[one_fourth][/one_fourth][three_fourth_last]Palestra sobre a História do Samba realizada em 31 de Março de 2007 no Clube da Bossa de Brasília. [Duração: 19m 15s]
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[/two_fifth][three_fifth_last]As obras sobre o nosso carnaval são irrisórias diante da dimensão de sua importância popular. Além de tudo são repetitivas, ou abordando a origem ou desfilando sucessos de cada ano com letras para cantarolar. Poucos releváveis.
Crônica Carnavalesca conta e canta a História através da música momesca. Mostra que os compositores foram verdadeiros repórteres do dia a dia, transportando os fatos mundiais e personagens em criações inspiradas e criativas.
Editora Thesaurus, 1ª edição, 2004, 186 páginas.[/three_fifth_last]
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[/two_fifth][three_fifth_last]“O seu livro leva à curiosidade do leitor interessado flagrantes os mais variados e de certo modo, não revelados do nosso passado musical, que vão do pitoresco ao registro de temas sociais.”
(Gracio Barbalho, escritor e estudioso da Mpb)
“Quero cumprimentá-lo calorosamente pelas horas deliciosas que seu trabalho me proporcionou; que beleza!”
(Paulo Pimenta de Mello, escritor e seresteiro)
“A Música Popular Brasileira está em festa com esse livro que você acaba de lançar”.
(Ary Vasconcellos, pesquisador)
Editora João Scortecci, 1ª edição, 1992, 115 páginas.[/three_fifth_last]
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[/one_third][two_third_last]“Um livro para se entender a Música Popular Brasileira.”
(Jornal Correio Braziliense)
“Dentre os melhores livros ultimamente publicados sobre Música Popular Brasileira. O autor logo se evidencia devotado amante de nossa música ligeira e revela acentuada vocação para pesquisa.”
(Edigar de Alencar, musicólogo e escritor)
“Acabo de dedicar-me com as suas histórias da gente da Música Popular Brasileira.”
(Sérgio Cabral, escritor, pesquisador, político)
“Um trabalho de pesquisa sério, porém de leitura agradabilíssima, dado ao tom da crônica.”
(Manoel Onofre Jr. ,pesquisador)
Editora Thesaurus, 1ª edição, 1992, 154 páginas.[/two_third_last]
A perspectiva da emancipação do índio está causando polêmicas, enquanto ele continua em um tubo de ensaio, arriscado a ser submetido a experiências sociais macabras. Para a grande maioria dos brasileiros a imagem do nosso selvagem é enganadoramente cor-de-rosa, já que o imaginam levando um vidão, sem horário, sem patrão, sem lenço e sem documento. Os compositores populares, em destaque os carnavalescos, concorreram muito para que esse enfoque falso se popularizasse. (mais…)